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@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

MT - #destaques Câmara: Leliane Borges (1300) e Graciele Marques (6513). ALMT: Eliane Xunakalo (43156), Kota Cortez (13813) e Luciene Neves (65123).
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O Mato Grosso tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALRS tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário no MATO GROSSO
Para a Câmara dos Deputados no Mato Grosso, temos Leliane Borges e Graciele Marques.

Leliane Borges é professora há mais de três décadas na rede pública e sindicalista, com atuação reconhecida em Vargem Grande. Pretende representar o Mato Grosso no Congresso em defesa dos trabalhadores públicos e no enfrentamento às violências raciais e de gênero a partir da Educação. Nas urnas, Leliane é 1300.

Graciele Marques é professora,  doutoranda em Educação, e já foi vereadora em Sinop, onde garantiu acompanhamento psicológico às mulheres vítimas de violência, a criação do botão do pânico no município e a exigência de igualdade salarial para empresas contratadas pela rede pública. Pretende expandir as pautas para o estado. Nas urnas, Graciele é 6513.

Mais candidaturas: Khauanny Garcia (nas urnas, 5070) e Adriana Liário (nas urnas, 5000)
Para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, temos Eliane Xunakalo, Kota Cortez e Luciene Neves.

Eliane Xunakalo é advogada, de ancestralidade Kurâ-Bakairi e é a primeira deputada estadual indígena do Brasil, em defesa das comunidades tradicionais, dos povos indígenas, aos quais se refere como autoridades, e da justiça climática. Reconhecida como uma das parlamentares mais produtivas da ALMT, disputa reeleição para continuidade dos trabalhos. Nas urnas, Eliane é 43156.

Kota Cortez é artesã e ativista pelos direitos dos povos tradicionais, das comunidades indígenas e das mulheres no MS, conhecida por projetos comunitários integrando ambiente e justiça social, educando a população sobre a economia da floresta, que alinha desenvolvimento e preservação ambiental, pautas que pretende expandir e desenvolver em âmbito institucional. Nas urnas, Kota é 13813.

Luciene Neves é professora adjunta na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), dirigente sindical e militante em movimentos sociais, com trajetória que conecta educação, ciência, serviço público, direitos das mulheres e da população LGBTQIA+, valorização de trabalhadores e democracia, pautas que pretende tratar em âmbito institucional. Nas urnas, Luciene é 65123.

Mais candidaturas: Nisiane Sergel (nas urnas, 18204), Felicia Dias (nas urnas, 50777), Tipuici Malenta Manoki (nas urnas, 13066) e Carolina Guimarães (nas urnas, 50050)
@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

MS - #destaques Câmara: Gleycielli Nonato Guató (5088) e Camila Jara (1367). ALEMS: Silvana Villalba (50777), Ladi Souza (13067) e Luiza Ribeiro (13700).
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O Mato Grosso do Sul tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALEMS tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para MATO GROSSO DO SULPara a Câmara dos Deputados no Mato Grosso do Sul, temos Gleycielli Nonato Guató e Camila Jara.

Gleycielli Nonato Guató é escritora, cineasta, contadora de histórias e militante indígena pertencente ao povo Guató. Sua trajetória é formada pela preservação de memórias e fortalecimento da identidade e do território indígena, pautas que pretende levar ao Congresso. Nas urnas, Gleycielli é 5088.

Camila Jara já foi vereadora em Campo Grande, e serve o Mato Grosso do Sul no Congresso desde 2023. Disputa reeleição para continuidade dos trabalhos no fortalecimento de políticas públicas de enfrentamento às violências de gênero, na defesa ambiental, do SUS, da educação pública e dos direitos humanos. Nas urnas, Camila é 1367.

Mais candidaturas: Cláudia Teles (nas urnas, 5000) e Cris Rosa (nas urnas, 6523)
Para a Assembleia Legislativa Mato Grosso do Sul, temos Silvana Villalba, Ladi Souza e Luiza Ribeiro.

Silvana Villalba é liderança comunitária reconhecida no Jardim Oliveira, bairro periférico de Campo Grande, e conquistou diversos avanços para a infraestrutura do território, ignorado desde a década de 90. Sua agenda de propostas para o estado trata a visibilidade de territórios como o Jardim Oliveira e o investimento pesado de infraestrutura de Saúde, Mobilidade e Educação em comunidades vulneráveis. Nas urnas, Silvana é 50777.

Ladi Souza é psicóloga e cofundadora do Coletivo Geni e do Coletivo Elas Podem. É liderança comunitária reconhecida em Portal Caiobá e Jardim Tarumã, territórios periféricos de Campo Grande, por sua atuação no combate à violência contra a mulher e por infraestrutura nos territórios. Pretende pautar  investimentos pesados de infraestrutura de Saúde e Educação em comunidades vulneráveis. Nas urnas, Ladi é 13067.

Luiza Ribeiro é advogada e vereadora em Campo Grande, com destaque pelo enfrentamento às violências de gênero e defesa de trabalhadores públicos. Pretende expandir sua atuação legislativa para o estado, com foco no fortalecimento de políticas públicas para mulheres em Saúde, Educação, Trabalho e Segurança, e defesa dos direitos dos profissionais da Educação Infantil. Nas urnas, Luiza é 13700.

Mais candidaturas: Kellyviane dos Santos (nas urnas, 50555), Lúcia Helena Coelho (nas urnas, 13231), Jéssica da Silva (nas urnas, 12047) e Sandra Maria (nas urnas, 13213)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

SE - #destaques Câmara: Bruna Makida (8080) e Lúcia Barroso (5010). ALESE: Claudicéia Dantas (65555), Linda Brasil (50180) e Larissa Trindade (13600).
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Sergipe tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALESE tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado de SERGIPE
Para a Câmara dos Deputados em Sergipe, temos Bruna Makida e Lúcia Barroso.

Bruna Makida é militante do Movimento de Mulheres Olga Benario, luta pelo fim da violência e emancipação das mulheres. Pretende transformar a representação sergipana no Congresso, tradicionalmente conservadora, e atuar em políticas públicas de combate às violências de gênero. Nas urnas, Bruna é 8080.

Lúcia Barroso é professora aposentada e tem trajetória vinculada à defesa de educação de qualidade em Sergipe. Suas propostas pautam a valorização de trabalhadores da educação, expansão de estruturas de educação infantil integral e o fortalecimento das universidades e institutos federais. Nas urnas, Lúcia é 5010.

Outras opções de candidaturas: Amanda Oliveira (nas urnas, 4343) e Cátia Justo (nas urnas, 6565)

Para a Assembléia Legislativa de Sergipe, temos Claudicéia Dantas, Linda Brasil e Larissa Trindade.

Claudicéia Dantas é professora aposentada da rede pública. Sua agenda de propostas para Sergipe tem dois eixos de atuação: o fortalecimento das estruturas educacionais, com expansão da educação infantil integral e valorização de trabalhadores, e o enfrentamento às violências de gênero, com ampliação das redes de prevenção e proteção para mulheres. Nas urnas, Claudiceia é 65555.

Linda Brasil serve Sergipe desde 2022, sendo a primeira mulher trans eleita para assento na ALESE. Disputa a reeleição para continuidade dos trabalhos, sólidos no combate ao racismo e à intolerância religiosa, promoção da saúde da mulher, expansão de políticas públicas de acessibilidade e inclusão para a população PCD e a população LGBTQIAP+ e fortalecimento da educação. Nas urnas, Linda é 50180.

Larissa Trindade é militante do movimento estudantil desde a infância, lutando por educação integral e de qualidade. Sua agenda de propostas para o estado é marcada pela defesa de políticas públicas de enfrentamento às violências de gênero no ambiente digital e de atenção psicológica e psicossocial na saúde pública com foco nas juventudes. Nas urnas, Larissa é 13600.

Outras opções de candidaturas: Rosemary Mota (nas urnas, 80123), Ana Paula Santana Santos (nas urnas, 13003), Candisse Carvalho (nas urnas, 13131), Sonia Meire (nas urnas, 50123), Maria Salvador (nas urnas, 50777) e Vanessa Araújo (nas urnas, 50121)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

PI - #destaques Senado: Maria Madalena Nunes (505). Câmara: Wilma Carvalho (5055) e Mãe Lúcia de Iansã (5077). ALEPI: Elzuila Calisto (13333), Assunção Aguiar (13222) e Ariana Monteiro (50500).
O Piauí tem 10 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALEPI tem 30 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do PIAUÍ
Para o Senado no Piauí, temos Maria Madalena Nunes.

Maria Madalena Nunes é servidora pública, sindicalista e militante dos direitos humanos. Pretende representar o Piauí no Senado para  fortalecer os direitos das mulheres. Por isso, está articulada com candidaturas em Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero. Nas urnas, Maria é 505.
Para a Câmara dos Deputados no Piauí, temos Wilma Carvalho e Mãe Lúcia de Iansã.

Wilma Carvalho é assistente social, e está articulada com candidaturas em Senado e Assembleia Legislativa para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero no Piauí e no Brasil, abrindo caminho para a efetiva justiça social. Nas urnas, Wilma é 5077.

Mãe Lúcia de Iansã é quilombola e liderança de terreiro em Teresina, com trajetória de defesa dos territórios tradicionais, da população negra e das comunidades de terreiro, além da preservação da memória e da cultura afro-brasileira. Suas propostas pautam o enfrentamento ao racismo religioso e proteção de povos quilombolas no Piauí. Nas urnas, Mãe Lúcia é 5050.

Outras opções de candidaturas: Luzia Alves (nas urnas, 1818) e Ana Brito (nas urnas, 5090)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

PE - #destaques Senado: Gorett Bitu (800). Câmara: Manu Mirella (6565), Márcia Azevedo (5030), Rosa Amorim (1303) e Adriana Samico (1301). ALEPE: Dani Portela (13000), Jô Cavalcanti (50000) e Alda Arantes (50300).
Pernambuco tem 25 cadeiras na Câmara.
A ALEPE tem 49 cadeiras.
#elasnascadeiras

@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

PB - #destaques Senado: Rosilene Santana (800). Câmara: Gaby Benvenutty (1303) e Álex Andrade (1300). ALPB: Jô Oliveira (65000), Vitória Ohara (80180) e Anely Mônica (18691).
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A Paraíba tem 12 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALPB tem 36 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado da PARAÍBA
Para o Senado na Paraíba, temos Rosilene Santana.

Rosilene Santana é pedagoga e constrói o Movimento de Mulheres Olga Benario. Iniciou sua atuação política na Associação de Moradores da comunidade Tito Silva, junto ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Pretende representar a Paraíba no Senado e defender habitação e mobilidade urbana, para assegurar o acesso de todes, todos e todas à garantia constitucional.  Rosilene é a única mulher concorrendo ao Senado na Paraíba. Nas urnas, Rosilene é 800.

Para a Câmara dos Deputados na Paraíba, temos Gaby Benvenutty e Álex Andrade.

Gaby Benvenutty é suplente na Câmara dos Vereadores de João Pessoa, e co-fundadora da Casa das Benvenutty, espaço de fortalecimento da população LGBTQIA+ negra e periférica na Paraíba. Suas propostas pautam a a representatividade LGBTQIAP+ no Congresso e a defesa de direitos humanos Nas urnas, Gaby é 1303.

Álex Andrade é servidora pública. Suas propostas pautam  o fortalecimento da classe, com fiscalização de tratamento de dados pessoais de servidores, restrição da terceirização no setor, fortalecimento de mecanismos de teletrabalho, ampliação de políticas de promoção da saúde mental e combate ao assédio moral. Nas urnas, Álex é 1300.

Outras opções de candidaturas: Marcela Kelly (nas urnas, 1819) e Rosi Cruz (nas urnas, 6555)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

CE - #DESTAQUES Senado: Catarina Matos (800). Câmara: Sued Carvalho (8080) e Adriana Gerônimo (5077). ALECE: Taís Matos (65013), Adriana Almeida (13113) e Maya Eliz (13180).
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O Ceará tem 22 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALECE tem 46 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do CEARÁPara o Senado no Ceará, temos Catarina Matos.

Catarina Matos é professora da rede pública no Ceará. Pretende representar o Ceará no Senado e combater a precarização e a desvalorização dos professores da rede pública, e assegurar o acesso de todes, todos e todas à garantia constitucional.de Educação. Nas urnas, Catarina é 800.
Para a Câmara dos Deputados no Ceará, temos Sued Carvalho e Adriana Gerônimo.

Sued Carvalho é professora da rede pública, escritora e historiadora. No cenário federal, pretende atuar na defesa dos direitos humanos, da democracia e da justiça social, com foco no combate à transfobia e na ampliação de políticas públicas voltadas à população trans e travesti. Nas urnas, Sued é 8080.

Adriana Gerônimo tem atuação legislativa consolidada na vereança de Fortaleza. No cenário federal, pretende levar seu legado de mandata popular em defesa de crianças e
adolescentes, pela garantia de direitos para a população negra e para as pessoas LGBTQIAPN+ e na proteção de comunidades e territórios diante da crise climática. Nas urnas, Adriana é 5077.

Outras opções de candidaturas: Madalena Barbosa (nas urnas, 1311), Maria Bethânia (nas urnas, 4377) e Angela Abuk (nas urnas, 5000)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

BA - #destaques Senado: Delliana Riceli (500). Câmara: Olívia Santana (6550), Maria Marighella (1331), Eliete Paraguassu (5055) e Senhora Mar (5077). ALBA: Vilma Reis (13033), Ilza Francisca (65500) e Rowenna Brito (13456).
A Bahia tem 39 cadeiras na Câmara.
A ALBA tem 63 cadeiras.
#elasnascadeiras

@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

AL - #destaques Câmara: Lili Anjos (8080) e Coletivo Mulheragem (1377). ALAL: Maria José (80180), Élida Miranda (13500) e Teca Nelma (13444).
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Alagoas tem 9 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALAL tem 27 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado de ALAGOASPara a Câmara dos Deputados em Alagoas, temos Lili Anjos e Coletivo Mulheragem.

Lili Anjos é historiadora da Arte, produtora cultural e militante do Movimento de Mulheres Olga Benario. Suas propostas pautam a defesa da educação pública, o acesso à cultura e políticas públicas que efetivem o exercício de garantias constitucionais. Nas urnas, Lili é 8080.

Coletivo Mulheragem é mandata coletiva com Isis Florescer e Mônica Carvalho, o nome que constará das urnas, cujas propostas pautam o fortalecimento de políticas públicas de Direitos Humanos, com foco na promoção de igualdade racial e de gênero. Nas urnas, Coletivo Mulheragem é 1377.

Mais opções de candidaturas: Dafne Orion (nas urnas, 1333) e Flávia Rejane (nas urnas, 6565)

Para a Assembléia Legislativa de Alagoas, temos Maria José, Élida Miranda e Teca Nelma.

Maria José é professora aposentada e atua como educadora popular e protetora de animais abandonados em Santa Luzia do Norte. Sua agenda de propostas para Alagoas é construída na elaboração de políticas públicas de saúde animal, centros comunitários de cuidado e aprendizagem e integração entre Ambiente e Educação. Nas urnas, Maria José é 80180.

Élida Miranda disputa reeleição na ALAL. Dedicou seu primeiro mandato à promoção de igualdade salarial, implementação de cotas raciais no serviço público estadual, inclusão de pessoas com deficiência visual nos espaços de consumo e fiscalização orçamentária. Suas propostas pautam a continuidade destes trabalhos. Nas urnas, Élida é 13500.

Teca Nelma está em sua segunda vereança, e tem atuação consolidada em Maceió na defesa dos direitos das mulheres, da juventude, das pessoas com deficiência e da população LGBTQIAPN+. Busca um mandato estadual para estender essa atuação para todo o estado de Alagoas. Nas urnas, Teca é 13444.

Mais opções de candidaturas: Hulda Alves (nas urnas, 65123), Alycia Eduarda (nas urnas, 13300), Beth Noronha (nas urnas, 43333) e Siloane Pereira (nas urnas, 13400)
@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

TO - #destaques Câmara: Narubia Werreria (1377) e Zaíra Silva (1818). ALETO: Marcela Cunha (13113), Luciely Oliveira (13777) e Povo de Luta (13013).
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Tocantins tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALETO tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do TOCANTINSPara a Câmara dos Deputados no Tocantins, temos Narubia Werreria e Zaíra Silva.

Narubia Werreria é presidente do Instituto Indígena do Tocantins; foi a 1º mulher indígena a atuar no Governo do Tocantins e é uma das responsáveis pelas cotas indígenas no estado. Suas propostas pautam a defesa dos povos indígenas, das mulheres, dos trabalhadores e do meio ambiente. Nas urnas, Narubia é 1377.

Zaíra Silva é enfermeira e terapeuta integrativa. Suas propostas pautam a Saúde e tem foco no atendimento familiar e na expansão de políticas públicas para assistência e cuidado de pessoas idosas, pautando segurança, atenção, companhia e qualidade de vida. Nas urnas, Zaíra é 1818.

Outras opções de candidaturas: Márcia Bandeira (nas urnas, 5033) e Claudia Milbratz (nas urnas, 1833)
Para a Assembléia Legislativa do Tocantins, temos Marcela Cunha, Luciely Oliveira e Povo de Luta.

Marcela Cunha é esportista e estudante de serviço social. Sua agenda de propostas para o Tocantins é construída no atendimento a grupos sociais vulneráveis, para acolhimento de pessoas em situação de rua, proteção de trabalhadores  defesa da população idosa, para promoção de justiça social. Nas urnas, Marcela é 13113.

Luciely Oliveira é ativista por direitos dos animais. Sua agenda de propostas para o Tocantins  é construída na implementação e expansão de políticas públicas que valorizem o ecossistema e pautem o cuidado com os animais e o meio ambiente como parte das decisões tomadas em prol do estado, firmando a sustentabilidade como critério decisório de política pública. Nas urnas, Luciely é 13777.

Povo de Luta é Mandata coletiva com  Cristian Ribas, Bismarque do Movimento, professora Francinete, Francisca Ferreira, Naiara dos Santos e Rose Marques, o nome que constará das urnas, e cuja agenda de propostas para o Tocantins é construída em torno de moradia, educação, saúde, reforma agrária e proteção ao trabalho. Nas urnas, Povo de Luta é 13013.
@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

RR - #destaques Câmara: Joenia Wapichana (1333) e Antonia Pedrosa (1313). ALERR: Márcia Santoro (13100) e Nelita Frank (13500).
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Roraima tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALERR tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado de RORAIMA
Para a Câmara dos Deputados em Roraima, temos Joenia Wapichana e Antonia Pedrosa.

Joenia Wapichana é pioneira: primeira advogada indígena do Brasil, primeira mulher indígena parlamentar do Brasil, e primeira mulher indígena a presidir a FUNAI. Pretende a recondução à Câmara dos Deputados para continuidade da defesa dos povos indígenas e da Amazônia. Nas urnas, Joenia é 1333.

Antonia Pedrosa é Mestra em Educação, educadora e comunicadora popular. Suas propostas pautam o fortalecimento de políticas públicas de Direitos Humanos, com foco na educação de base, no fortalecimento da cultura e na valorização de trabalhadores da educação. Nas urnas, Antonia é 1313.

Outras opções de candidaturas: Telma Taurepang (nas urnas, 1314) e Meirinha Macuxi (nas urnas, 5000)
Para a Assembléia Legislativa de Roraima, temos Márcia Santoro e Nelita Frank.

Márcia Santoro é assistente social. Sua agenda de propostas para Rondônia é construída em torno da Saúde da Mulher: ela pretende ampliar estruturas de atendimento para mulheres e expandir capilaridade no interior do estado, investindo em mais UBSs preparadas para receber mulheres, centros de acolhimento, maternidades e centros de atendimento psicossocial especializados. Nas urnas, Márcia é 13100.

Nelita Frank é socióloga e educadora popular. Sua agenda de propostas para Roraima é construída na relação entre Sustentabilidade e Educação, pautando a agricultura familiar e comunitária como ferramenta multidisciplinar para promover e desenvolver Trabalho, Educação e Cultura. Nas urnas, Nelita é 13500.
@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

RO - #destaques Senado: Luciana Oliveira (133). Câmara: Elzilene do Nascimento (1300) e Lili Rodrigues (5050). ALERO: Léo Simão (13789), Fátima Cleide (13133) e Geani Cleide (65123).

Rondônia tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALERO tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado de RONDÔNIAPara o Senado em Rondônia, temos Luciana Oliveira.

Luciana Oliveira é jornalista e bacharel em Direito. Pretende representar  Rondônia no Senado e defender a ampliação de políticas públicas para a Cultura e o fortalecimento de políticas públicas de Saúde, ampliando cobertura hospitalar, de maternidade, UBSs e reforço no SAMU para o estado e para o país. 

Nas urnas, Luciana é 133.
Para a Câmara dos Deputados em Rondônia, temos Elzilene do Nascimento e Lili Rodrigues.

Elzilene do Nascimento é sindicalista. Suas propostas pautam a defesa de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, com o fortalecimento de mecanismos de organização sindical, e o enfrentamento da crise climática, com o fortalecimento da agricultura familiar e das estruturas de proteção ambiental. Nas urnas, Elzilene é 1300.

Lili Rodrigues é acadêmica de Ciência Política e referência na defesa da direitos das mulheres e da Comunidade LGBTQIAPN+. Suas propostas pautam o fortalecimento de políticas públicas para enfrentamento às violências de gênero, ampliando alcance e capilaridade do Programa “Mulher, Viver sem Violência”. Nas urnas, Lili é 5050.

Outras opções de candidaturas: Sara Maria (nas urnas, 1330) e Márcia Regina (nas urnas, 1331)
@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

AM - #DESTAQUES Senado: Evany Nascimento (500). Câmara: Marília Freire (6565), Álex Souza (5050), Anne Moura (1314) e Natália Demes (5055). ALEAM: Michelle Andrews (13123), Jéssica Valois (13619) e Janaína Anjos (50420).
Amazonas tem 8 cadeiras na Câmara.
A ALEAM tem 30 cadeiras.
#elasnascadeiras

@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

AP - #destaques Câmara: Ramona Matarazzo (5013) e Vivian Régia (6556). ALAP: Simone Karipuna (18888), Dayse Marques (18789) e Juliana Carvalho (18143).
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O Amapá tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALAP tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do AMAPÁPara a Câmara dos Deputados no Amapá, temos Ramona Matarazzo e Vivian Régia Bandeira.

Ramona Matarazzo é assistente social, mulher trans, de matriz africana e artista. Atua no Amapá por justiça social. Suas propostas pautam valorização do trabalho, proteção de trabalhadores informais e fortalecimento de redes de acolhimento. Nas urnas, Ramona é 5013.

Vivian Régia Bandeira é professora da rede pública e sindicalista, com propostas pautadas no fortalecimento de redes de apoio para trabalhadoras, além de ampliação de estruturas educacionais no Amapá como creches públicas e institutos federais. Nas urnas, Vivian é 6556.

Outras opções de candidaturas: Cris Nunes (nas urnas, 1818), Marcivânia Flexa (nas urnas, 6565) e Ivanéia Alves (nas urnas, 1313)
Para a Assembléia Legislativa do Amapá, temos Simone Karipuna, Dayse Marques e Juliana Carvalho.

Simone Karipuna é assistente social, liderança do movimento indígena e defensora dos direitos das mulheres e dos povos da Amazônia. Sua agenda de propostas para o Amapá é construída em torno da defesa dos territórios, para fortalecer estruturas de enfrentamento às violências contra povos originários. Nas urnas, Simone é 18888.

Dayse Marques disputa reeleição na ALAP. Dedicou seu primeiro mandato ao enfrentamento do feminicídio, defesa de territórios quilombolas e à ampliação de políticas públicas de inclusão de pessoas neurodivergentes, com foco em Saúde e Educação. Suas propostas pautam a continuidade destes trabalhos. Nas urnas, Dayse é 18789.

Juliana Carvalho é motorista de aplicativo, liderança do bairro Pacoval há 29 anos, religiosa de matriz africana e quilombola. Sua agenda de propostas para o Amapá é construída no enfrentamento ao racismo religioso, na defesa de territórios quilombolas e na defesa de trabalhadores informais. Nas urnas, Juliana é 18143.

Outras opções de candidaturas: Alcinete Santos (nas urnas, 13333); Aldilene Souza (nas urnas, 12456); Celisa Melo (nas urnas, 13113); Cristina Dabb (nas urnas, 12777); Marina Sá (nas urnas, 18111); e Lucidalva Menezes (nas urnas, 18222)
@defemde.bsky.socialSep 25, 2026, 10:43 PM

AC - #destaques Câmara: Perpétua Almeida (6513) e Neide Lopes (1312). ALEAC: Cléia Serra (13123), Iwlly Cavalcante (13131) e Silvania Oliveira (13234).
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O Acre tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALEAC tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do ACREPara a Câmara dos Deputados no Acre, temos Perpétua Almeida e Neide Lopes.

Perpétua Almeida é é professora, bancária, sindicalista e já serviu o Acre na Câmara de 2003 a 2015; voltou em 2019, mas não conseguiu continuar em 2023. Perpétua busca retomar o histórico legislativo em defesa dos trabalhadores. Nas urnas, Perpétua é 6513.

Neide Lopes é professora e militante de movimentos sociais, com bases em Brasiléia e Epitaciolândia. Suas propostas pautam educação e promoção da agricultura familiar, além da inclusão do Acre em agendas de sustentabilidade. Nas urnas, Neide é 1312.

Outras opções de candidaturas: Amanda Souza (nas urnas, 5015), Riza (nas urnas, 5000) e Sidilene Silva (nas urnas, 4300)
Para a Assembléia Legislativa do Acre, temos Cléia Serra, Iwlly Cavalcante e Silvania Oliveira.

Cléia Serra é jornalista e acadêmica em Saúde Coletiva.Sua agenda de propostas para o Acre é construída em torno da Saúde: ela pretende ampliar políticas públicas de saúde primária, expandir atendimento à população idosa e acolhimento a mulheres e meninas. Nas urnas, Cléia é 13123.

Iwlly Cavalcante é engenheira florestal e professora. Sua agenda de propostas para o Acre é construída para mulheres e meninas, e atenta ao trabalho rural: ela pretende ampliar políticas públicas por dignididade obstétrica e mentrual, e estimular a agricultura familiar. Nas urnas, Iwlly é 13131.

Silvania Oliveira atua há 25 anos por igualdade racial e de gênero. Sua agenda de propostas para o Acre é construída em torno deste tema: ela pretende ampliar o letramento racial nos serviços públicos, principalmente em Educação e Saúde, melhorando atendimento de mulheres negras. Nas urnas, Silvania é 13234.

Mais opções de candidaturas: Chinha Duarte (nas urnas, 43444); Karina Lima (nas urnas, 13300); Maria Olinda (nas urnas, 50123); Ana Paula Feitosa (nas urnas, 12131); Denise Lima (nas urnas, 12288); e Alcilene Oliveira (nas urnas, 65555).
Para a Assembleia Legislativa Mato Grosso do Sul, também temos Adriane Souza, Bartolina Ramalho e Natália Ferreira.

Adriane Souza é formada em Direito e atua como presidenta do Instituto Dandara no MS, além de integrar a coordenação nacional do Movimento de Mulheres Camponesas - MMC Brasil. Combate o armamento desenfreado no estado. Pretende levar a pauta à Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos das mulheres, das comunidades quilombolas, dos povos tradicionais e da justiça climática Nas urnas, Adriane é 13789.

Bartolina Ramalho é sindicalista, professora da UEMS e presidente do Grupo de Estudos e Trabalho Zumbi, no MS. Sua agenda de propostas para o MS é construída na defesa de educação integral de qualidade, com valorização dos trabalhadores, enfrentamento ao racismo e às violências de gênero, com políticas públicas inclusivas em Saúde, Educação, Mobilidade e Segurança. Nas urnas, Bartolina é 13222.

Natália Ferreira é psicóloga e defende inovações nas políticas de cuidado. Pretende pautar saúde mental nas políticas públicas do estado, com foco no apoio a mães trabalhadoras e crianças e adolescentes neurodivergentes, integrando os sistemas de saúde básica às escolas, às redes de apoio para trabalhadores e ao sistema de segurança pública. Nas urnas, Natália é 12014.

Mais candidaturas: Gleice Jane (nas urnas, 13777), Ana Domingues (nas urnas, 43456), Margila Leal (nas urnas, 50333) e Jyeniffer Mueller (nas urnas, 50000)
Para a Assembléia Legislativa do Piauí, temos Elzuila Calisto, Assunção Aguiar e Ariana Monteiro.

Elzuila Calisto é formada em Geografia e especializada em Educação, Trânsito e Meio Ambiente. Em meio à sua primeira vereança em Teresina, busca assento estadual para expandir políticas públicas de mobilidade urbana, saúde básica com foco em saúde da mulher, agricultura familiar e organização esportiva. Nas urnas, Elzuila é 13333.

Assunção Aguiar foi Superintendente de Igualdade Racial e Povos Originários na Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos do Piauí e recebeu título de Cidadã Piauiense por uma vida dedicada à defesa  de direitos dos povos quilombolas, na promoção da igualdade racial e no combate ao racismo, e propõe a continuidade desta luta em âmbito institucional. Nas urnas, Assunção é 13222.

Ariana Monteiro é militante de direitos humanos, e atua por justiça social e igualdade de gênero. Por isso, está articulada com candidaturas de Senado e Câmara dos Deputados para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero no Piauí e no Brasil. Nas urnas, Ariana é 50500.

Outras opções de candidaturas: Elisângela Moura (nas urnas, 65123), Fabíola de Azevedo (nas urnas, 13900), Nayara Costa (nas urnas, 13131), Rosalina Santos (nas urnas, 13300), Sulamita Barbosa (nas urnas, 50199) e Teresa Brito (nas urnas, 43333)
Para a Assembléia Legislativa da Paraíba, temos Jô Oliveira, Vitória Ohara e Anely Mônica.

Jô Oliveira foi a primeira mulher negra eleita para uma vereança em Campina Grande, em 2020, e conquistou a reeleição em 2024. Pretende incluir a sociedade civil na criação de um Fórum para planejamento, articulação e execução de projetos legislativos, além da descentralização de recursos, para priorização de regiões, comunidades  com mais necessidades e redução de desigualdades. Nas urnas, Jô é 65000.

Vitória Ohara é assistente social, artista, militante do Movimento de Mulheres Olga Benário e responsável pela Ocupação Anayde Beiriz. Sua agenda de propostas para o Maranhão é construída em torno do enfrentamento às violências contra as mulheres e.o feminicídio no estado, fortalecendo a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Nas urnas, Vitória é 80180.

Anely Mônica é enfermeira e integra o Ateliê Multicultural Eleonai Gomes. Sua agenda de propostas para a Paraíba é marcada pela valorização da cultura, com destaque à cultura negra, indígena e quilombola presente no estado, e valorização de artistas e educadores. Pretende também atuar no enfrentamento às violências de gênero. Nas urnas, Anely é 18691.

Outras opções de candidaturas: Alineide de Souza (nas urnas, 50123); Rosely Louzada (nas urnas, 13110); Teresinha Dantas (nas urnas, 13456); Akaline Dias (nas urnas, 50333); Nice Costa (nas urnas, 18777); e Mônica Rodrigues (nas urnas, 12108).
Para a Assembléia Legislativa do Ceará, temos Taís Matos, Adriana Almeida e Maya Eliz.

Taís Matos é médica de Família e Comunidade, atendendo a população em situação de rua. Sua agenda de propostas para o Ceará é  construída em torno da Saúde, para ampliação de programas de atenção básica, saúde da mulher, reforço das estruturas do SUS e implementação de políticas públicas de cuidado no estado. Nas urnas, Taís é 65013.

Adriana Almeida tem carreira sólida na vereança de Fortaleza em defesa da educação e pretende levar essa atuação para o estado, expandindo alcance de programas criados em Fortaleza como o Planejamento Domiciliar Docente e o enquadramento das Assistentes de Educação Infantil, medidas de sua autoria que tiveram impacto positivo na educação. Nas urnas, Adriana é 13113.

Maya Eliz é professora da rede municipal de Fortaleza, doutora em Educação pela UFRJ, travesti e ecossocialista. Sua agenda de propostas para o Ceará é construída na defesa da educação pública, dos direitos da população LGBTQIA+ e por uma atuação política comprometida com justiça social e ambiental. Nas urnas, Maya é 13180.

Outras opções de candidaturas: Louise Ferreira (nas urnas, 80000); Zuleide Fernandes (nas urnas, 50180); Jade Romero (nas urnas, 13013); Júlia Raquel (nas urnas, 50050); Sane (nas urnas, 50123); e Mulheres de Luta (nas urnas, 80180)
Para a Assembléia Legislativa de Rondônia, temos Léo Simão, Fátima Cleide e Geani Cleide.

Léo Simão é professora, bacharel em Administração de Empresas e licenciada em Matemática. Sua agenda de propostas para Rondônia é construída na Educação, ampliando a educação profissional e tecnológica, trazendo incentivos à pesquisa, cultura e esporte e valorizando profissionais da educação. Nas urnas, Léo é 13789.

Fátima Cleide serviu Rondônia no Senado de 2003 a 2011.Também serviu como secretária no Ministério das Mulheres, elaborando e implementando políticas de educação, cultura e saúde para mulheres. Sua agenda de propostas para Rondônia é construída em torno da Educação e do Trabalho, com a valorização de trabalhadores da Educação e ampliação das redes de atendimento. Nas urnas, Fátima é 13133.

Geani Cleide é bacharel em Direito e guarda civil municipal há mais de 18 anos. Sua agenda de propostas para Rondônia é construída na Segurança Pública, pautando reformas nas dinâmicas de policiamento e efetiva integração entre autoridades e comunidades para enfrentamento de violências. Nas urnas, Geani é 65123.

Outras opções de candidaturas: Paulinha Delgado (nas urnas, 50112); Giovana Barros (nas urnas, 13333); Núbia Fernandes (nas urnas, 13777); Alexia Rananda (nas urnas, 50518); Joelma Leandro (nas urnas, 50655); e Adriana Bandeira (nas urnas, 43100).