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@danielapress.bsky.socialOct 4, 2026, 8:00 PM

Fim de semana grande? Tempo de recordar os destaques de agosto do Andar de Moto. O vídeo completo está AQUI 📷 tinyurl.com/3xs8y4w7 📷

#locutora #locucao #apresentadora #andardemoto #destaques #agosto #BMW #Kove #Norton #QJMotor #RST #Cardo #KTM #Harley #Kawasaki

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 6:10 AM

ALESP #destaques Leci Brandão, Ediane Maria, Bancada Feminista, Pretas, Thainara Faria, Neon Cunha, Keit Lima, Najara Costa, Chirley Pankará, Luiza Erundina, Mariana Conti, Beth Sahão, Duda Hidalgo, Carmen Silva, Janete Pietá, Fernanda Souto, Débora Camilo, Jaque Medeiros e Jessy Dayane.
#94cadeiras

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 6:10 AM

SP - #destaques
Câmara: Sônia Guajajara, Erika Hilton, Juliana Cardoso, Natália Boulos, Ruth Lopes, Sâmia Bomfim, Guida Calixto, Andrea Werner, Dany Oliveira, Mãe Su de Nanã, Luna Zarattini, Luciene Cavalcante, Mayara Vac e Luciana Gatti.

São Paulo tem 70 cadeiras na Câmara dos Deputados.

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 6:10 AM

SP - #destaques
Senado: Marina Silva e Simone Tebet

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ de bases progressistas, para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas de SÃO PAULOAs Silvas são o Brasil.
Para o Senado em São Paulo, temos o Brasil. Porque Marina Silva é o Brasil, e luta desde sempre por um país justo, livre e solidário. 
Hoje Marina representa SP na Câmara. Mas já trabalhou no seringal e foi para os empates ao lado de Chico Mendes. Sua labuta incansável em defesa do meio ambiente é mundialmente conhecida - e em todas as vezes que ocupou o Ministério do Meio Ambiente, foi ela a muralha de proteção da Amazônia.
Ela foi senadora pelo Acre de 1995 a 2011.
Marina deseja voltar ao Senado, representando São Paulo, em 2026.
É dever paulista levá-la ao Congresso.
Nas urnas, Marina é 180.Para o Senado em São Paulo, também temos Simone Tebet.

Simone Tebet serviu o Mato Grosso do Sul por 20 anos, entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, foco em infraestrutura básica e habitação popular. Seu histórico de trabalho  levou ao comando do  Ministério do Planejamento e Orçamento, onde foi responsável pela reinserção do plano plurianual participativo. Pretende levar sua experiência ao Senado por São Paulo, pautando responsabilidade fiscal e justiça social. Nas urnas, Simone é 400.
@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:53 AM

RJ - #destaques
ALERJ: Verônica Lima, Tereza Arapium, Dani Monteiro, Cristiane Nascimento, Élika Takimoto, Mallu Côrtes, Renata Souza, Neusa Guarani, Dani Balbi, Mônica Cunha, Marina dos Santos e Luciana Boiteux.

A ALERJ tem 70 cadeiras.

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:53 AM

RJ - #destaques
Câmara: Talíria Petrone, Heloísa Helena, Anielle Franco, Benny Briolly, Ariane Magalhães, Jandira Feghali, Dani Nunes e Tainá de Paula.

O Rio de Janeiro tem 46 cadeiras na Câmara dos Deputados.

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:53 AM

RJ - #destaques Senado: Benedita da Silva e Mônica Benício

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ de bases progressistas, para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas do RIO DE JANEIROAs Silvas são o Brasil.
Para o Senado no Rio de Janeiro, temos o Brasil. Porque Benedita da Silva é o Brasil, e luta desde sempre por um país justo, livre e solidário. 
Hoje ela representa o RJ na Câmara dos Deputados. Mas foi trabalhadora, liderança de Chapéu-Mangueira contra a ditadura, cofundadora do PT, parlamentar constituinte (a única mulher negra presente na elaboração da Constituição Federal), Governadora do RJ e uma das únicas pessoas a deixar o governo pela porta da frente, sem algemas.
Ela foi a primeira senadora negra eleita no Brasil, em 1994.
É dever de toda pessoa fluminense levar Benedita de volta ao Senado em 2026.
Nas urnas, Benedita da Silva é 131.Para o Senado no Rio de Janeiro, também temos Mônica Benício.

Mônica Benício é arquiteta, urbanista, viúva de Marielle Franco e vereadora no Rio desde 2021. Seu mandato zela pelo legado de Marielle no legislativo fluminense. Pretende levar o legado de Marielle ao Senado, em defesa dos direitos humanos, do meio ambiente, dos direitos das mulheres, dos povos periféricos, da população LGBTQIAP+ e das juventudes vulneráveis no Brasil. 
Nas urnas, Mônica é 500.
@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:40 AM

MG - #destaques ALMG: Macaé Evaristo, Nara Lúcia, Shirley Krenak, Andréia de Jesus, Carol Caldeira, Mallu Almeida, Luciana Matias, Maria Alves, Ana Paula Siqueira, Adriana Souza, Iza Lourença e Gilsa Santos.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais - ALMG tem 77 cadeiras.

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:40 AM

MG - #destaques
Câmara: Célia Xakriabá ( ), Maria da Consolação ( ), Duda Salabert (5050), Ana Elisa (1331), Iorrana Jullyce (5015) e Marilda Simeão (1355).

Minas Gerais tem 53 cadeiras na Câmara dos Deputados.

@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:40 AM

MG - #destaques
Senado: Áurea Carolina (500) e Marília Campos (131)

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ de bases progressistas, para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas de MINAS GERAIS - parte 1Para o Senado em Minas Gerais, temos Áurea Carolina.

Áurea Carolina serviu Minas Gerais na Câmara dos Deputados de 2019 a 2022. Seu mandato lutou pelo fim do orçamento secreto e enfrentou a mineração predatória no estado, em defesa das comunidades atingidas pelos desastres ambientais. Pretende retomar esse histórico de trabalho no Senado, com foco no fortalecimento dos serviços públicos, incentivos à cultura e a defesa dos direitos trabalhistas. Nas urnas, Áurea é 500.Para o Senado em Minas Gerais, também temos Marília Campos.
Marília Campos tem uma longa trajetória política em Minas Gerais. Já foi vereadora em Contagem, cidade que a escolheu como prefeita em 4 oportunidades, e teve assento na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, priorizando em todas as instâncias a educação, a saúde, a seguridade social e os direitos humanos. Pretende levar esse histórico de trabalho ao Senado por Minas. Nas urnas, Marília é 131.
@defemde.bsky.socialOct 3, 2026, 5:40 AM

ES - #destaques
Câmara: Jackeline Rocha (1300), Crislayne Zeferino (4001), Ana Paula Rocha (5013) e Tuanne Almeida (5050).
ALES: Camila Valadão (50180), Açucena Chaves (13133) e Michelle Viana (50192).
O Espírito Santo tem 10 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALES tem 30 cadeiras.
#votenelas

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ de bases progressistas, para Senado, Câmara dos Deputados e Assembleias Legislativas do ESPÍRITO SANTOPara a Câmara dos Deputados no Espírito Santo, temos Ana Paula Rocha e Tuanne Almeida.

Ana Paula Rocha é historiadora e vereadora em Vitória, com mandato atuante na defesa da escola pública e contra a privatização da saúde. Pretende expandir sua atuação para o estado, com foco em Saúde, Educação e Assistência Social, a partir da reformulação das políticas de cuidado. Nas urnas, Ana Paula é 5013.

Tuanne Almeida é coordenadora da Rede Emancipa, que atua na democratização do acesso à universidade. Pretende representar o estado no Congresso pela proteção da população LGBTQIAP+, pelos direitos das mulheres, na garantia da liberdade religiosa para os povos de terreiro,  no combate ao racismo e em defesa dos direitos humanos. Nas urnas, Tuanne é 5050.

Mais candidaturas: Olga Lipaus (nas urnas, 1323) e Luisa Kirchmayer (nas urnas, 8080)Para a Câmara dos Deputados no Espírito Santo, também temos Jackeline Rocha e Crislayne Zeferino.

Jackeline Rocha serve o Espírito Santo no Congresso desde 2023, sendo primeira mulher negra a ser deputada federal na história do estado. Seu mandato é marcado por combate à violência de gênero, com recursos destinados a saúde e educação no estado, priorizando comunidades quilombolas. Disputa reeleição para continuidade dos trabalhos. Nas urnas, Jackeline é 1300.

Crislayne Zeferino é pedagoga, advogada, escritora, cofundadora do Instituto Conexão Perifa e liderança em Vitória, atuando em defesa de direitos humanos e no fortalecimento comunitário por meio de educação e cultura. Pretende pautar no Congresso uma segurança pública efetiva, para redução da letalidade policial e combate ao racismo institucional nas forças de segurança. Nas urnas, Crislayne é 4001.

Mais candidaturas: Maria Alves (nas urnas, 6500 e Iriny Nicolau (nas urnas, 1333)Para a Assembleia Legislativa do Espírito Santo - ALES, temos Camila Valadão, Açucena Chaves e Michelle Viana.

Camila Valadão serve o Espírito Santo desde 2023, com atuação ferrenha pela ampliação de políticas públicas para mulheres, defesa dos direitos sexuais e reprodutivos, e combate à violência política de gênero, além de pautar a proteção da população LGBTQIAPN+, o combate ao racismo estrutural e melhoria da infraestrutura para a população. Disputa reeleição para continuidade dos trabalhos. Nas urnas, Camila é 50180.

Açucena Chaves é vereadora de Cariacica e pretende levar a defesa dos direitos das mulheres ao estado, com ampliação de creches e escolas em tempo integral, lavanderias públicas e restaurantes populares. A promoção destes serviços como responsabilidade estatal trata a política do cuidado e garante mais autonomia às mulheres, dando condições de ruptura de ciclos de violência. Nas urnas, Açucena é 13133.

Michelle Viana é técnica de enfermagem e secretária de UTI,e pretende pautar a política do cuidado no estado, com ampliação e integração das estruturas de saúde básica, educação e serviço social, além de implementar políticas  de empregabilidade que ampliem o acesso ao mercado, invistam em qualificação e fortaleçam a fiscalização contra a discriminação no trabalho. Nas urnas, Michelle é 50192.

Mais candidaturas: Isa Mamedi (nas urnas, 65027), Karla Coser (nas urnas, 13013), Célia Tavares (nas urnas, 13621) e Ana Azevedo (nas urnas, 18123)
@defemde.bsky.socialSep 30, 2026, 7:11 AM

RS #destaques Senado: D'Ávila, Mulheres Socialistas e Tania Peres. Câmara: Daiana Santos, Atena, Laura Sito, Melchionna, Rosário, Pérola, Reginete Bispo e Cris Machado. ALRS: Karen Santos, Alice Carvalho, Genro, Natasha, Bruna Rodrigues, Bilina Amaral, Gabi Rosa, Stela Farias e Ericka Oliveira.

@defemde.bsky.socialSep 30, 2026, 7:11 AM

SC - #DESTAQUES Senado: Marlene Soccas e Lúcia Machado. Câmara: Kerexu, Amanda Wenceslau, Mirê Chagas, Nandja Xokleng, Vanessa Rosa e Lirous K'yo. ALESC: Bia Vargas, Ingrid Mawé, Larissa Stephanie, Lúcia Martins, Luciane Carminatti, Eliara Antunes, Jô Marquez, Ana Flávia Luiz e Vitoria Pedroni.

@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

MT - #destaques Câmara: Leliane Borges (1300) e Graciele Marques (6513). ALMT: Eliane Xunakalo (43156), Kota Cortez (13813) e Luciene Neves (65123).
Abra as imagens para mais opções.
O Mato Grosso tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALRS tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário no MATO GROSSO
Para a Câmara dos Deputados no Mato Grosso, temos Leliane Borges e Graciele Marques.

Leliane Borges é professora há mais de três décadas na rede pública e sindicalista, com atuação reconhecida em Vargem Grande. Pretende representar o Mato Grosso no Congresso em defesa dos trabalhadores públicos e no enfrentamento às violências raciais e de gênero a partir da Educação. Nas urnas, Leliane é 1300.

Graciele Marques é professora,  doutoranda em Educação, e já foi vereadora em Sinop, onde garantiu acompanhamento psicológico às mulheres vítimas de violência, a criação do botão do pânico no município e a exigência de igualdade salarial para empresas contratadas pela rede pública. Pretende expandir as pautas para o estado. Nas urnas, Graciele é 6513.

Mais candidaturas: Khauanny Garcia (nas urnas, 5070) e Adriana Liário (nas urnas, 5000)
Para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, temos Eliane Xunakalo, Kota Cortez e Luciene Neves.

Eliane Xunakalo é advogada, de ancestralidade Kurâ-Bakairi e é a primeira deputada estadual indígena do Brasil, em defesa das comunidades tradicionais, dos povos indígenas, aos quais se refere como autoridades, e da justiça climática. Reconhecida como uma das parlamentares mais produtivas da ALMT, disputa reeleição para continuidade dos trabalhos. Nas urnas, Eliane é 43156.

Kota Cortez é artesã e ativista pelos direitos dos povos tradicionais, das comunidades indígenas e das mulheres no MS, conhecida por projetos comunitários integrando ambiente e justiça social, educando a população sobre a economia da floresta, que alinha desenvolvimento e preservação ambiental, pautas que pretende expandir e desenvolver em âmbito institucional. Nas urnas, Kota é 13813.

Luciene Neves é professora adjunta na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), dirigente sindical e militante em movimentos sociais, com trajetória que conecta educação, ciência, serviço público, direitos das mulheres e da população LGBTQIA+, valorização de trabalhadores e democracia, pautas que pretende tratar em âmbito institucional. Nas urnas, Luciene é 65123.

Mais candidaturas: Nisiane Sergel (nas urnas, 18204), Felicia Dias (nas urnas, 50777), Tipuici Malenta Manoki (nas urnas, 13066) e Carolina Guimarães (nas urnas, 50050)
@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

MS - #destaques Câmara: Gleycielli Nonato Guató (5088) e Camila Jara (1367). ALEMS: Silvana Villalba (50777), Ladi Souza (13067) e Luiza Ribeiro (13700).
Abra as imagens para mais opções.
O Mato Grosso do Sul tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALEMS tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para MATO GROSSO DO SULPara a Câmara dos Deputados no Mato Grosso do Sul, temos Gleycielli Nonato Guató e Camila Jara.

Gleycielli Nonato Guató é escritora, cineasta, contadora de histórias e militante indígena pertencente ao povo Guató. Sua trajetória é formada pela preservação de memórias e fortalecimento da identidade e do território indígena, pautas que pretende levar ao Congresso. Nas urnas, Gleycielli é 5088.

Camila Jara já foi vereadora em Campo Grande, e serve o Mato Grosso do Sul no Congresso desde 2023. Disputa reeleição para continuidade dos trabalhos no fortalecimento de políticas públicas de enfrentamento às violências de gênero, na defesa ambiental, do SUS, da educação pública e dos direitos humanos. Nas urnas, Camila é 1367.

Mais candidaturas: Cláudia Teles (nas urnas, 5000) e Cris Rosa (nas urnas, 6523)
Para a Assembleia Legislativa Mato Grosso do Sul, temos Silvana Villalba, Ladi Souza e Luiza Ribeiro.

Silvana Villalba é liderança comunitária reconhecida no Jardim Oliveira, bairro periférico de Campo Grande, e conquistou diversos avanços para a infraestrutura do território, ignorado desde a década de 90. Sua agenda de propostas para o estado trata a visibilidade de territórios como o Jardim Oliveira e o investimento pesado de infraestrutura de Saúde, Mobilidade e Educação em comunidades vulneráveis. Nas urnas, Silvana é 50777.

Ladi Souza é psicóloga e cofundadora do Coletivo Geni e do Coletivo Elas Podem. É liderança comunitária reconhecida em Portal Caiobá e Jardim Tarumã, territórios periféricos de Campo Grande, por sua atuação no combate à violência contra a mulher e por infraestrutura nos territórios. Pretende pautar  investimentos pesados de infraestrutura de Saúde e Educação em comunidades vulneráveis. Nas urnas, Ladi é 13067.

Luiza Ribeiro é advogada e vereadora em Campo Grande, com destaque pelo enfrentamento às violências de gênero e defesa de trabalhadores públicos. Pretende expandir sua atuação legislativa para o estado, com foco no fortalecimento de políticas públicas para mulheres em Saúde, Educação, Trabalho e Segurança, e defesa dos direitos dos profissionais da Educação Infantil. Nas urnas, Luiza é 13700.

Mais candidaturas: Kellyviane dos Santos (nas urnas, 50555), Lúcia Helena Coelho (nas urnas, 13231), Jéssica da Silva (nas urnas, 12047) e Sandra Maria (nas urnas, 13213)Para a Assembleia Legislativa Mato Grosso do Sul, também temos Adriane Souza, Bartolina Ramalho e Natália Ferreira.

Adriane Souza é formada em Direito e atua como presidenta do Instituto Dandara no MS, além de integrar a coordenação nacional do Movimento de Mulheres Camponesas - MMC Brasil. Combate o armamento desenfreado no estado. Pretende levar a pauta à Assembleia Legislativa, em defesa dos direitos das mulheres, das comunidades quilombolas, dos povos tradicionais e da justiça climática Nas urnas, Adriane é 13789.

Bartolina Ramalho é sindicalista, professora da UEMS e presidente do Grupo de Estudos e Trabalho Zumbi, no MS. Sua agenda de propostas para o MS é construída na defesa de educação integral de qualidade, com valorização dos trabalhadores, enfrentamento ao racismo e às violências de gênero, com políticas públicas inclusivas em Saúde, Educação, Mobilidade e Segurança. Nas urnas, Bartolina é 13222.

Natália Ferreira é psicóloga e defende inovações nas políticas de cuidado. Pretende pautar saúde mental nas políticas públicas do estado, com foco no apoio a mães trabalhadoras e crianças e adolescentes neurodivergentes, integrando os sistemas de saúde básica às escolas, às redes de apoio para trabalhadores e ao sistema de segurança pública. Nas urnas, Natália é 12014.

Mais candidaturas: Gleice Jane (nas urnas, 13777), Ana Domingues (nas urnas, 43456), Margila Leal (nas urnas, 50333) e Jyeniffer Mueller (nas urnas, 50000)
@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

GO - #DESTAQUES Câmara: E. E. Pereira (8080), B. Bombom (5024), F. Santos (1389) e I. C. Dias (1307). ALEGO: S.Amancio (50990), B. de Lima (13123), L. Moura (80810), A. C. Carmo (13700), K. Maria (13013) e J. Miranda (50027).
Mais nas imagens
Goiás tem 17 cadeiras na Câmara.
A ALEGO tem 41 cadeiras.

@defemde.bsky.socialSep 29, 2026, 5:07 PM

DF - #destaques Senado: Erika Kokay (131). Câmara: Ruth Venceremos (1361) e Maria Cleudes Pessoa (1801). CLDF: Keka Bagno (50123), Madu Krasny (50700), Berê Darc (65180), Mariana Rosa (13333), Rosi Costa (13000) e Miranda Gomes (18081).
O DF tem 8 cadeiras na Câmara.
A CLDF tem 24 cadeiras.

@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

SE - #destaques Câmara: Bruna Makida (8080) e Lúcia Barroso (5010). ALESE: Claudicéia Dantas (65555), Linda Brasil (50180) e Larissa Trindade (13600).
Abra as imagens para mais opções.
Sergipe tem 8 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALESE tem 24 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado de SERGIPE
Para a Câmara dos Deputados em Sergipe, temos Bruna Makida e Lúcia Barroso.

Bruna Makida é militante do Movimento de Mulheres Olga Benario, luta pelo fim da violência e emancipação das mulheres. Pretende transformar a representação sergipana no Congresso, tradicionalmente conservadora, e atuar em políticas públicas de combate às violências de gênero. Nas urnas, Bruna é 8080.

Lúcia Barroso é professora aposentada e tem trajetória vinculada à defesa de educação de qualidade em Sergipe. Suas propostas pautam a valorização de trabalhadores da educação, expansão de estruturas de educação infantil integral e o fortalecimento das universidades e institutos federais. Nas urnas, Lúcia é 5010.

Outras opções de candidaturas: Amanda Oliveira (nas urnas, 4343) e Cátia Justo (nas urnas, 6565)

Para a Assembléia Legislativa de Sergipe, temos Claudicéia Dantas, Linda Brasil e Larissa Trindade.

Claudicéia Dantas é professora aposentada da rede pública. Sua agenda de propostas para Sergipe tem dois eixos de atuação: o fortalecimento das estruturas educacionais, com expansão da educação infantil integral e valorização de trabalhadores, e o enfrentamento às violências de gênero, com ampliação das redes de prevenção e proteção para mulheres. Nas urnas, Claudiceia é 65555.

Linda Brasil serve Sergipe desde 2022, sendo a primeira mulher trans eleita para assento na ALESE. Disputa a reeleição para continuidade dos trabalhos, sólidos no combate ao racismo e à intolerância religiosa, promoção da saúde da mulher, expansão de políticas públicas de acessibilidade e inclusão para a população PCD e a população LGBTQIAP+ e fortalecimento da educação. Nas urnas, Linda é 50180.

Larissa Trindade é militante do movimento estudantil desde a infância, lutando por educação integral e de qualidade. Sua agenda de propostas para o estado é marcada pela defesa de políticas públicas de enfrentamento às violências de gênero no ambiente digital e de atenção psicológica e psicossocial na saúde pública com foco nas juventudes. Nas urnas, Larissa é 13600.

Outras opções de candidaturas: Rosemary Mota (nas urnas, 80123), Ana Paula Santana Santos (nas urnas, 13003), Candisse Carvalho (nas urnas, 13131), Sonia Meire (nas urnas, 50123), Maria Salvador (nas urnas, 50777) e Vanessa Araújo (nas urnas, 50121)
@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

RN - #destaques Senado: Sônia Godeiro (501). Câmara: Thabatta Pimenta (4343), Natália Bonavides (1311), Brisa Bracchi (1313) e Marleide Cunha (1300). ALRN: Divaneide Basílio (13613), Milenne Barbosa (80180) e Aline Juliete (13777).
O RN tem 8 cadeiras na Câmara.
A ALRN tem 24 cadeiras.

@defemde.bsky.socialSep 26, 2026, 2:50 AM

PI - #destaques Senado: Maria Madalena Nunes (505). Câmara: Wilma Carvalho (5055) e Mãe Lúcia de Iansã (5077). ALEPI: Elzuila Calisto (13333), Assunção Aguiar (13222) e Ariana Monteiro (50500).
O Piauí tem 10 cadeiras na Câmara dos Deputados.
A ALEPI tem 30 cadeiras.
#elasnascadeiras

Sugestões legislativas com prioridade a candidaturas femininas, negras, indígenas e LGBTQIAP+ e em busca de um Brasil livre, justo e solidário para o estado do PIAUÍ
Para o Senado no Piauí, temos Maria Madalena Nunes.

Maria Madalena Nunes é servidora pública, sindicalista e militante dos direitos humanos. Pretende representar o Piauí no Senado para  fortalecer os direitos das mulheres. Por isso, está articulada com candidaturas em Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero. Nas urnas, Maria é 505.
Para a Câmara dos Deputados no Piauí, temos Wilma Carvalho e Mãe Lúcia de Iansã.

Wilma Carvalho é assistente social, e está articulada com candidaturas em Senado e Assembleia Legislativa para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero no Piauí e no Brasil, abrindo caminho para a efetiva justiça social. Nas urnas, Wilma é 5077.

Mãe Lúcia de Iansã é quilombola e liderança de terreiro em Teresina, com trajetória de defesa dos territórios tradicionais, da população negra e das comunidades de terreiro, além da preservação da memória e da cultura afro-brasileira. Suas propostas pautam o enfrentamento ao racismo religioso e proteção de povos quilombolas no Piauí. Nas urnas, Mãe Lúcia é 5050.

Outras opções de candidaturas: Luzia Alves (nas urnas, 1818) e Ana Brito (nas urnas, 5090)
Para a Assembléia Legislativa do Piauí, temos Elzuila Calisto, Assunção Aguiar e Ariana Monteiro.

Elzuila Calisto é formada em Geografia e especializada em Educação, Trânsito e Meio Ambiente. Em meio à sua primeira vereança em Teresina, busca assento estadual para expandir políticas públicas de mobilidade urbana, saúde básica com foco em saúde da mulher, agricultura familiar e organização esportiva. Nas urnas, Elzuila é 13333.

Assunção Aguiar foi Superintendente de Igualdade Racial e Povos Originários na Secretaria da Assistência Social, Trabalho e Direitos Humanos do Piauí e recebeu título de Cidadã Piauiense por uma vida dedicada à defesa  de direitos dos povos quilombolas, na promoção da igualdade racial e no combate ao racismo, e propõe a continuidade desta luta em âmbito institucional. Nas urnas, Assunção é 13222.

Ariana Monteiro é militante de direitos humanos, e atua por justiça social e igualdade de gênero. Por isso, está articulada com candidaturas de Senado e Câmara dos Deputados para montar uma Bancada Feminista interinstitucional de enfrentamento às violências de gênero no Piauí e no Brasil. Nas urnas, Ariana é 50500.

Outras opções de candidaturas: Elisângela Moura (nas urnas, 65123), Fabíola de Azevedo (nas urnas, 13900), Nayara Costa (nas urnas, 13131), Rosalina Santos (nas urnas, 13300), Sulamita Barbosa (nas urnas, 50199) e Teresa Brito (nas urnas, 43333)
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