Talvez as empresas não procurem pessoas sem IA.
Talvez procurem pessoas que ainda saibam discordar dela.

Talvez as empresas não procurem pessoas sem IA.
Talvez procurem pessoas que ainda saibam discordar dela.
E se a questão da IA não for terceirizar o pensamento?
E se for mais difícil perceber quanto do nosso pensamento já acontece dentro de sistemas que ajudam a organizá-lo?
Quando sistemas começam a participar da linguagem, da memória e da interpretação, a pergunta deixa de ser o que a IA pensa.
E passa a ser como nós pensamos com ela.
Enquanto futebol, música, política e tudo mais disputam nossa atenção, talvez a habilidade mais valiosa esteja mudando:
não apenas saber usar a máquina.
Saber quando desconfiar dela.
E se ler já não bastar?
Quando não sabemos quem produziu uma mensagem, por que ela chegou até nós ou o que pretende...
talvez o leitor precise virar investigador.
A IA está ficando cada vez melhor em produzir respostas.
Talvez por isso a habilidade mais valiosa esteja mudando:
não apenas saber usar a máquina.
Saber quando desconfiar dela.
Quando sistemas começam a participar da linguagem, da memória e da interpretação, a pergunta deixa de ser o que a IA pensa.
E passa a ser como nós pensamos com ela.
E se o maior desafio da IA não for responder por nós...
...mas começar a influenciar aquilo que vemos, acompanhamos e perguntamos?