Li tua idônea meta.
Não as negas, nem "ele" te traz à fome.
Desse o Lúci direitos a ti, Eleita (só ti)...
É ridículo! Esse demo faz arte:
telemensagens ao anátema, e no dia útil.
#palindromo
#desafiopalindromo283
Tema: Nenhum direito a menos

@fabioaristimunho.bsky.social
Palíndromos, literatura, direito internacional, ciência política.
Ficou massa!
Essa é novidade pra mim, muito bom saber
Li tua idônea meta.
Não as negas, nem "ele" te traz à fome.
Desse o Lúci direitos a ti, Eleita (só ti)...
É ridículo! Esse demo faz arte:
telemensagens ao anátema, e no dia útil.
#palindromo
#desafiopalindromo283
Tema: Nenhum direito a menos
Muito bom!
“A sociedade do cansaço”, de Byung-Chul Han. Sete ensaios filosóficos, versando sobre temas como multifuncionalidade, vida ativa e vida contemplativa, entre outros. O autor escreve em aforismos, como se cada frase tivesse sido feita para ser citada. Leitura de uma sentada. 8/10
Ficou animal!
Orem! Sem o cerrado, moça, ressoa como cagar fogo: logo fraga como caos. Será como dar ré com esmero.
#palindromo
#desafiopalindromo282
Tema: A vida no cerrado
Também passaram alguns errinhos pontuais na edição (ex.: “quando ocupou a Romênia em 1936” – p. 713 – o certo seria Renânia). Agora é enfrentar o volume 2, que cobre a guerra em si. 9/10
(ex.: “No alto do montão formigante achava-se o antigo vagabundo austríaco, que se tornara, com a exceção de Stalin, o mais poderoso ditador da terra.” – p. 372), já que argumenta que o Führer realmente teria sido um desocupado convicto e confesso na Viena do pós-guerra.
Todas essas afirmações são problemáticas por sua subjetividade e preconceitos, que destoam do tom historicista geral da obra. Convém ainda relevar as desqualificações que o autor constantemente dirige a Hitler, como quando o chama de “vagabundo austríaco”
- “O piromaníaco imbecil foi um verdadeiro achado para os nazistas.” (p. 263-264) - “Os alemães, se se pode arriscar uma generalização, têm a fraqueza de atribuir aos estrangeiros suas faltas.” (p. 546)
- “Há também obscuras insinuações de que ela repelira as tendências masoquistas de seu amante, tirano brutal em política, que ansiava por ser escravizado pela mulher que amava — anseio comum em tais homens, de acordo com os sexólogos.” (p. 185-186)
- “Estes dois e dúzias de outros disputavam e brigavam como apenas são capazes homens de inclinações sexuais anormais com seu ciúme característico.” (p. 171-172)
Por outro lado, o autor deixa passar algumas impressões carregadas de juízo de valor e considerações de ordem moral bastante datadas. Selecionei algumas passagens com esses pecadilhos, a título de curiosidade:
A favor da empreitada do autor conta o fato de ele ter sido testemunha em tempo real da história, dando um valioso testemunho do que viu e vivenciou na Alemanha de Hitler na qualidade de correspondente internacional.
Na introdução, o autor levanta o questionamento sobre se não seria cedo demais para se escrever uma história definitiva sobre o Terceiro Reich, se não seria melhor esperar pelo menos um século, como argumentam os franceses.
O volume 1 chega até o início da guerra. Ainda choca descobrir o tamanho da crueza do regime, mesmo – e especialmente – com seus próprios partidários.
“Ascensão e queda do Terceiro Reich” – Vol. 1: 1933-1939, de William L. Shirer (Agir, 2008, 876 p.).
Ampla análise do regime nazista e seus jogos de poder, baseada na vasta documentação alemã apreendida pelo exército dos EUA.
Feria del Libro de Ciudad del Este - apresentei com o querido Julio Moreira um taller/oficina de #palindromos em espanhol. Estavam lá os livros da EDITORA CARÓTIDE, que fizeram sucesso. Só não deu pra cantar Galopeira!
Essa raposa
comedora:
essa poda-te.
Praça é
do povo?
– Ovo pode!
Acarpetado,
passear o Demo
caso parasse.
#palindromo
#desafiopalindromo281
Tema: A praça