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Colocar as tecnologias a serviço do povo.
O episódio levou a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) a apresentar um pedido de suspeição contra o ministro no TSE. O canal de Flávio Bolsonaro atendia aos mesmos requisitos, mas não foi retirado do ar em nenhum momento. Fonte: NEXO/ Folha de S.Paulo / BBC Brasil
Nunes Marques também determinou restrições ao canal de WhatsApp “Exército do Lula”, ligado ao deputado André Janones, após uma decisão anterior que havia suspendido a medida.
Em outro episódio, o ministro pediu destaque em julgamentos virtuais nos quais a maioria já havia sido formada a favor de Lula. Os pedidos transferiram os casos para análise presencial, adiando a conclusão dos julgamentos.
Antes do primeiro turno, Nunes Marques determinou a suspensão de uma pesquisa da AtlasIntel que indicava queda nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro. A decisão foi questionada, e o julgamento sobre a medida acabou adiado.
Pesquisa eleitoral suspensa, canal de WhatsApp fora do ar e julgamentos adiados. Decisões do ministro Kássio Nunes Marques à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) têm sido alvo de questionamentos durante as eleições de 2026.
Após a repercussão na mídia, o TSE foi acionado para questionar a Meta do porquê as publicações do Nikolas Ferreira alcançam público muito maior comparado com outros perfis, inclusive celebridades com projeção internacional, como Beyoncé, Kylie Jenner e Neymar.
Uma pesquisa do Sleeping Giants Brasil analisou 300 Reels de 30 perfis no Instagram e percebeu que os vídeos do deputado tiveram um desempenho em visualizações por seguidor muito superior ao dos demais perfis analisados.
📢 Denunciamos e agora o Brasil quer saber: o que está por trás do alcance desproporcional de Nikolas Ferreira?
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O financiamento estrangeiro de propaganda eleitoral é proibido pela legislação brasileira. 🔗 Fonte: O Globo
Segundo o estudo, as propagandas partiram de 187 anunciantes e podem ter rendido até R$ 2 milhões à empresa. A pesquisa aponta falhas na fiscalização da Meta, que permitiram a circulação de anúncios potencialmente irregulares, incluindo conteúdos que promoviam ou atacavam candidatos.
📢 NetLab identifica mais de 1,6 mil anúncios eleitorais pagos do exterior nas plataformas da Meta. Um levantamento do NetLab, da UFRJ, identificou 1.613 anúncios político-eleitorais impulsionados entre julho e setembro de 2026, com pagamentos em moedas estrangeiras.
As empresas devem esclarecer se as suspensões decorrem de ordens judiciais ou por meio de algoritmos, além de comprovar a existência de canais de defesa e notificação prévia aos usuários afetados. 📰 Fonte: MPF
Em ofício, a PFDC pede que as plataformas da Meta expliquem detalhadamente os episódios reportados, no prazo de cinco dias.
O documento reuniu mais de mil relatos de bloqueios, remoções e suspensões de contas durante o período eleitoral de 2026. As entidades apontam a repetição de bloqueios indevidos e sem transparência por parte da plataforma, que remove manifestações políticas legítimas sob alegações genéricas.
📢 Após representação da sociedade civil, MPF vai apurar derrubada de perfis e postagens pela Meta no período eleitoral O Sleeping Giants Brasil, junto com as organizações Artigo 19, Conectas Direitos Humanos e CTRL+Z, fizeram uma denúncia à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).
O ministro determinou que a empresa apresente, em 48 horas, as medidas aplicadas ao perfil de Nikolas desde 16 de agosto de 2026. A decisão é válida até o fim do segundo turno, em 25 de outubro, e ainda será analisada pelo plenário do TSE. 🔗 Fonte: Folha de S.Paulo
O pedido também questiona o alcance do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Um relatório do Sleeping Giants Brasil identificou indícios de favorecimento do conteúdo do parlamentar pelo algoritmo da Meta na aba Reels, com visualizações superiores às de artistas como Ariana Grande e Beyoncé.
A determinação também proíbe que a empresa restrinja de forma desigual o alcance de publicações, as recomendações de conteúdo e os resultados de buscas relacionados aos candidatos.
A decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze atende parcialmente a um pedido da campanha de Lula, após relatos de que a IA da Meta se recusava a gerar materiais de campanha para o petista, mas aceitava solicitações semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro.